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A Statement from Black Lives Matter NYC

January 5, 2018

 

There are and always have been multiple paths to continue the work of Black liberation. It has been an incredible journey these last three years as we have built connections with Black people in New York City, the country and the world. Black Lives Matter NYC’s participation in the Global BLM Network has taught us many lessons and important insights. The evolution of our journey has brought us to a new space where we feel it is best to take on a new direction independent of the Global BLM Network.

 

Following the Black Life Matters Ride to Ferguson, Missouri, the New York City Chapter of the then emerging Global BLM Network formed in the Fall of 2014.  The uprising of the Greater St. Louis community served as a catalyst for a national Black-led movement to form. The instrumental contributions of Black Trans Women and hundreds of Black people gathering and organizing formed the basis for what would become the Global BLM Network. Our collective, like many across the nation, has worked together across various areas of activism and community building in the years following Ferguson. Locally, we have provided support for families of victims of state-sanctioned violence, organized community gatherings and rallies as well as launched work with impact beyond our chapter.

 

Black Lives Matter NYC, along with many of the other ride attendees, intentionally formed the decentralized network that exists today. Our chapter played an active and pivotal role in building the Global Network in various capacities that ranged from website/digital development, artistic production, national chapter capacity-building, substantial financial support, major campaign formulation amongst other contributions.

 

The best way for us to move our Black liberation work forward is to be autonomous from the global network. We will take time to build a collective that can realize our power, be accountable to our community, and transformative in our politics. We see this as a continuation of the radical Black liberation and Black power struggle that has spanned centuries around the world.  We believe in the right to self-govern and our need to become ungovernable to institutions that do not serve our interest of freedom, autonomy and liberation. We view the struggle for Black liberation as a human rights struggle. Black liberation is necessary and imperative for global liberation and the liberation of all people.

 

Though we will no longer identify as Black Lives Matter NYC or have any direct affiliation with the Global BLM Network, we will continue to do our work as Black liberation fighters. We remain committed to the projects that we have launched individually and collectively and to fostering the relationships we have built.

 

We want to build the worlds we seek now.

 

Always in solidarity and with love.

5 de enero de 2018

 

Hay, y siempre han habido, múltiples caminos para continuar el trabajo de la liberación de gente negrx. Ha sido un viaje increíble estos últimos tres años, ya que hemos establecido conexiones con personas negras en la ciudad de Nueva York, el país y el mundo.

 

La participación de Black Lives Matter NYC (Vidas Negras Importan de la ciudad de nueva york) globalmente nos ha enseñado muchas lecciones y puntos de vista importantes. La evolución de nuestro viaje nos ha llevado a un nuevo espacio en que creemos que es mejor tomar una dirección independiente de la Red Global BLM.

 

Después de la caravan de NYC a Ferguson, Missouri, el capítulo BLM de Nueva York se formó en el otoño de 2014, parte de la entonces emergente red global BLM. El levantamiento de la comunidad de Greater St. Louis sirvió como catalizador para un movimiento nacional dirigido por personas negras. Las contribuciones instrumentales de mujeres negras transgenera y cientos de personas negras reunidas y organizadas, formaron la base de lo que se convertiría en la Red Global BLM. Nuestrx colectivx, como muchos en todo el país, ha trabajado en conjunto en diversas áreas de activismo y construcción de la comunidad en los años posteriores a Ferguson. A nivel local, hemos brindado apoyo a las familias de las víctimas de la violencia sancionada por el estado, manifestaciones y reuniones comunitarios, así como también hemos lanzado trabajo con impacto más allá de nuestro capítulo.

 

Black Lives Matter NYC, junto con muchos que participaron en el viaje, formaron intencionalmente la red descentralizada que existe en actualidad. Nuestro capítulo desempeñó un papel activo y fundamental en la construcción de la Red Global en diversas capacidades: desde desarrollo web / digital, producción artística, desarrollo de capacidades de capítulos nacionales, apoyo financiero sustancial, formulación de campañas importantes, entre otras contribuciones.

 

La mejor forma de avanzar en nuestra tarea de liberación de pesonas negras es ser autónomos de la red global.

 

Tomaremos tiempo para construir un grupo que pueda realizar nuestro poder, rendir cuentas a nuestra comunidad y ser transformador en nuestra política. Vemos esto como una continuación de la liberación negra radical y la lucha por el poder negro que se ha extendido por siglos en todo el mundo. Creemos en el derecho a autogobernarse y en nuestra necesidad de convertirnos en ingobernables para las instituciones que no sirven a nuestros intereses de libertad, autonomía y liberación. Vemos la lucha por la liberación de gente negras como lucha por los derechos humanos. La liberación negra es necesaria e imperativa para la liberación global y la liberación de todas las personas. Aunque ya no nos identificaremos como Black Lives Matter NYC o una afiliación directa con Global BLM Network, continuaremos haciendo nuestro trabajo como luchadores de liberación de gente negras. Seguimos comprometidos con los proyectos que hemos lanzado individual y colectivamente y creciendo las relaciones que hemos construido.

 

Queremos construir los mundos que buscamos – ahora.

 

Siempre en solidaridad y con amor.

5 de janeiro de 2018

 

Existem e sempre existirão múltiplos caminhos para continuar o trabalho pela libertação do povo negro. Os últimos três anos tem sido uma jornada incrível e nós temos construído importantes conexões com pessoas negras em Nova York, ao redor dos Estados Unidos e no mundo. A participação do Black Lives Matter Nova York na rede mundial Black Lives Matter tem nos ensinado muitas e importantes lições. A evolução da nossa jornada nos trouxe a um novo patamar, onde nós sentimos que a melhor direção a tomar é ser independente da rede global Black Lives Matter.

 

Em 2014, durante a participação nos atos em Ferguson, Missouri, o Black Lives Matter Nova York se uniu a então emergente rede global Black Lives Matter. Os protestos das comunidades em St. Louis serviram como um catalisador para a formação de um movimento nacional liderado pela população negra, as valiosas contribuições de mulheres negras trans e centenas de outras pessoas negras unidas e mobilizadas formaram a base para o que se tornaria a rede global Black Lives Matter. Nosso coletivo, como muitos outros no país, tem contribuído em diversas áreas do ativismo e no fortalecimento de nossas comunidades nos anos que se seguiram após Ferguson. Localmente, nós oferecemos apoio para famílias vitimas de violência estatal, organizamos reuniões e marchas nas comunidades, protestos e vários outros trabalhos com impacto além do local.

 

Black Lives Matter Nova York, juntamente com outros participantes, intencionalmente formou uma rede descentralizada que existe hoje. Nosso coletivo teve um papel central na construção da rede global, atuando no desenvolvimento do webiste, produções artísticas, capacitações nacionais, apoio financeiro, formulação de campanhas, entre outras contribuições.

 

A melhor maneira para seguir com nosso trabalho de libertação do povo negro é ser autônomo da rede global. Nós focaremos na construção de um coletivo que fortalecerá nosso poder, que preste contas a nossas comunidades, com uma perspectiva transformadora em nossas políticas. Nós vemos isso como uma continuação da libertação radical do povo negro e da luta do povo negro que tem atravessado séculos ao redor do mundo. Nós acreditamos no direito ao autogoverno e na necessidade de se tornar ingovernáveis para instituições que não trabalham para nossa liberdade e autonomia. Nós vemos a luta pela libertação do povo negro como uma luta por direitos humanos. A liberdade do povo negro é necessária e imperativa para a plena liberdade de todas as pessoas no mundo.

 

Ainda que não nos identificaremos mais como Black Lives Matter Nova York, ou teremos qualquer filiação direta com a rede global Black Liver Matter, nós continuamos nosso trabalho como lutadores da liberdade do povo negro. Nós permanecemos comprometidos com os projetos iniciados individualmente ou coletivamente com a rede e seguiremos fortalecendo as relações construídas durante esse tempo.

 

Queremos construir o mundo que gostaríamos de ve

 

Sempre em solidariedade e com amor.

English

January 5, 2018

 

There are and always have been multiple paths to continue the work of Black liberation. It has been an incredible journey these last three years as we have built connections with Black people in New York City, the country and the world. Black Lives Matter NYC’s participation in the Global BLM Network has taught us many lessons and important insights. The evolution of our journey has brought us to a new space where we feel it is best to take on a new direction independent of the Global BLM Network.

 

Following the Black Life Matters Ride to Ferguson, Missouri, the New York City Chapter of the then emerging Global BLM Network formed in the Fall of 2014.  The uprising of the Greater St. Louis community served as a catalyst for a national Black-led movement to form. The instrumental contributions of Black Trans Women and hundreds of Black people gathering and organizing formed the basis for what would become the Global BLM Network. Our collective, like many across the nation, has worked together across various areas of activism and community building in the years following Ferguson. Locally, we have provided support for families of victims of state-sanctioned violence, organized community gatherings and rallies as well as launched work with impact beyond our chapter.

 

Black Lives Matter NYC, along with many of the other ride attendees, intentionally formed the decentralized network that exists today. Our chapter played an active and pivotal role in building the Global Network in various capacities that ranged from website/digital development, artistic production, national chapter capacity-building, substantial financial support, major campaign formulation amongst other contributions.

 

The best way for us to move our Black liberation work forward is to be autonomous from the global network. We will take time to build a collective that can realize our power, be accountable to our community, and transformative in our politics. We see this as a continuation of the radical Black liberation and Black power struggle that has spanned centuries around the world.  We believe in the right to self-govern and our need to become ungovernable to institutions that do not serve our interest of freedom, autonomy and liberation. We view the struggle for Black liberation as a human rights struggle. Black liberation is necessary and imperative for global liberation and the liberation of all people.

 

Though we will no longer identify as Black Lives Matter NYC or have any direct affiliation with the Global BLM Network, we will continue to do our work as Black liberation fighters. We remain committed to the projects that we have launched individually and collectively and to fostering the relationships we have built.

 

We want to build the worlds we seek now.

 

Always in solidarity and with love.

Español

5 de enero de 2018

 

Hay, y siempre han habido, múltiples caminos para continuar el trabajo de la liberación de gente negrx. Ha sido un viaje increíble estos últimos tres años, ya que hemos establecido conexiones con personas negras en la ciudad de Nueva York, el país y el mundo.

 

La participación de Black Lives Matter NYC (Vidas Negras Importan de la ciudad de nueva york) globalmente nos ha enseñado muchas lecciones y puntos de vista importantes. La evolución de nuestro viaje nos ha llevado a un nuevo espacio en que creemos que es mejor tomar una dirección independiente de la Red Global BLM.

 

Después de la caravan de NYC a Ferguson, Missouri, el capítulo BLM de Nueva York se formó en el otoño de 2014, parte de la entonces emergente red global BLM. El levantamiento de la comunidad de Greater St. Louis sirvió como catalizador para un movimiento nacional dirigido por personas negras. Las contribuciones instrumentales de mujeres negras transgenera y cientos de personas negras reunidas y organizadas, formaron la base de lo que se convertiría en la Red Global BLM. Nuestrx colectivx, como muchos en todo el país, ha trabajado en conjunto en diversas áreas de activismo y construcción de la comunidad en los años posteriores a Ferguson. A nivel local, hemos brindado apoyo a las familias de las víctimas de la violencia sancionada por el estado, manifestaciones y reuniones comunitarios, así como también hemos lanzado trabajo con impacto más allá de nuestro capítulo.

 

Black Lives Matter NYC, junto con muchos que participaron en el viaje, formaron intencionalmente la red descentralizada que existe en actualidad. Nuestro capítulo desempeñó un papel activo y fundamental en la construcción de la Red Global en diversas capacidades: desde desarrollo web / digital, producción artística, desarrollo de capacidades de capítulos nacionales, apoyo financiero sustancial, formulación de campañas importantes, entre otras contribuciones.

 

La mejor forma de avanzar en nuestra tarea de liberación de pesonas negras es ser autónomos de la red global.

 

Tomaremos tiempo para construir un grupo que pueda realizar nuestro poder, rendir cuentas a nuestra comunidad y ser transformador en nuestra política. Vemos esto como una continuación de la liberación negra radical y la lucha por el poder negro que se ha extendido por siglos en todo el mundo. Creemos en el derecho a autogobernarse y en nuestra necesidad de convertirnos en ingobernables para las instituciones que no sirven a nuestros intereses de libertad, autonomía y liberación. Vemos la lucha por la liberación de gente negras como lucha por los derechos humanos. La liberación negra es necesaria e imperativa para la liberación global y la liberación de todas las personas. Aunque ya no nos identificaremos como Black Lives Matter NYC o una afiliación directa con Global BLM Network, continuaremos haciendo nuestro trabajo como luchadores de liberación de gente negras. Seguimos comprometidos con los proyectos que hemos lanzado individual y colectivamente y creciendo las relaciones que hemos construido.

 

Queremos construir los mundos que buscamos – ahora.

 

Siempre en solidaridad y con amor.

Português

5 de janeiro de 2018

 

Existem e sempre existirão múltiplos caminhos para continuar o trabalho pela libertação do povo negro. Os últimos três anos tem sido uma jornada incrível e nós temos construído importantes conexões com pessoas negras em Nova York, ao redor dos Estados Unidos e no mundo. A participação do Black Lives Matter Nova York na rede mundial Black Lives Matter tem nos ensinado muitas e importantes lições. A evolução da nossa jornada nos trouxe a um novo patamar, onde nós sentimos que a melhor direção a tomar é ser independente da rede global Black Lives Matter.

 

Em 2014, durante a participação nos atos em Ferguson, Missouri, o Black Lives Matter Nova York se uniu a então emergente rede global Black Lives Matter. Os protestos das comunidades em St. Louis serviram como um catalisador para a formação de um movimento nacional liderado pela população negra, as valiosas contribuições de mulheres negras trans e centenas de outras pessoas negras unidas e mobilizadas formaram a base para o que se tornaria a rede global Black Lives Matter. Nosso coletivo, como muitos outros no país, tem contribuído em diversas áreas do ativismo e no fortalecimento de nossas comunidades nos anos que se seguiram após Ferguson. Localmente, nós oferecemos apoio para famílias vitimas de violência estatal, organizamos reuniões e marchas nas comunidades, protestos e vários outros trabalhos com impacto além do local.

 

Black Lives Matter Nova York, juntamente com outros participantes, intencionalmente formou uma rede descentralizada que existe hoje. Nosso coletivo teve um papel central na construção da rede global, atuando no desenvolvimento do webiste, produções artísticas, capacitações nacionais, apoio financeiro, formulação de campanhas, entre outras contribuições.

 

A melhor maneira para seguir com nosso trabalho de libertação do povo negro é ser autônomo da rede global. Nós focaremos na construção de um coletivo que fortalecerá nosso poder, que preste contas a nossas comunidades, com uma perspectiva transformadora em nossas políticas. Nós vemos isso como uma continuação da libertação radical do povo negro e da luta do povo negro que tem atravessado séculos ao redor do mundo. Nós acreditamos no direito ao autogoverno e na necessidade de se tornar ingovernáveis para instituições que não trabalham para nossa liberdade e autonomia. Nós vemos a luta pela libertação do povo negro como uma luta por direitos humanos. A liberdade do povo negro é necessária e imperativa para a plena liberdade de todas as pessoas no mundo.

 

Ainda que não nos identificaremos mais como Black Lives Matter Nova York, ou teremos qualquer filiação direta com a rede global Black Liver Matter, nós continuamos nosso trabalho como lutadores da liberdade do povo negro. Nós permanecemos comprometidos com os projetos iniciados individualmente ou coletivamente com a rede e seguiremos fortalecendo as relações construídas durante esse tempo.

 

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Sempre em solidariedade e com amor.

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